Agenda da semana (25 a 29 de abril)

Terça-feira, 26 de abril, 17h30

PLENÁRIA ABERTA para discutir o atual momento político do país e perspectivas de ação

Saguão do Delta

 

Quarta-feira, 27 de abril, 17h30

Piso vermelho, Santo André

Debate “O GOLPE É VIOLÊNCIA”:
Contra a democracia
Contra os direitos sociais e trabalhistas
Contra as mulheres
Contra os negros e negras
Contra LGTBs
Contra os direitos humanos

 

Quinta-feira, 28 de abril, 17h30

Saguão do Beta, São Bernardo do Campo

Debate “O GOLPE É VIOLÊNCIA”:
Contra a democracia
Contra os direitos sociais e trabalhistas
Contra as mulheres
Contra os negros e negras
Contra LGTBs
Contra os direitos humanos

 

Sexta-feira, 19 de abril

Panfletagem nos terminais de São Bernardo do Campo e Santo André

 

Domingo, 1° de maio

Grande ato em defesa da democracia

Cinco frases sobre o impeachment

subverjesus@gmail.com

(1) O impeachment está previsto na constituição e, portanto, é legal, legítimo

Esta frase esconde um detalhe importante. A constituição não apenas estabelece o que podemos e não podemos fazer, mas também diz quando podemos e não podemos fazer alguma coisa. A prisão, por exemplo, está prevista na constituição. A sociedade, pois, tem direito de trancafiar as pessoas em celas. Isso realmente ocorre. Porém, muitas das prisões são ilegais. A constituição não permite prender quem bem entendermos, qualquer que seja a situação. Daí porque ocorrem prisões ilegais: pessoas são trancafiadas por serem negras, pobres, moradoras de favela. Mas isso não é motivo para prender, de acordo, exatamente com a constituição.

Da mesma maneira, não é porque a palavra “impeachment” (impedimento) está escrita na constituição que podemos colocar um presidente eleito na rua sempre que quisermos. Apenas quando há provas de que o presidente agiu contra a sociedade, embolsando o dinheiro dos impostos ou distribuindo-o para seus colegas, é que o impeachment pode ser utilizado. E não há nenhuma prova de que Dilma tenha feito isso. Mesmo que diversos políticos estão sendo investigados, alguns deles do PT, não se pode julgar a presidente por coisas que ela não fez. Sem que haja provas, não se pode atribuir à Dilma a responsabilidade pelo PT, um partido com um milhão de pessoas. Também não se pode atribuir à Dilma responsabilidade por esquemas sujos que ocorrem no governo federal, em que trabalham, apenas em Brasília, mais de cem mil pessoas.

Defender o impeachment sem provas é muito parecido com comemorar quando o juiz anula incorretamente e, portanto, ilegalmente, um gol cometido pelo time adversário. Imagine aquela partida de final do campeonato, aos 43 minutos do segundo tempo, com o placar em 1 a 0 para nosso time. E então o juiz rouba o gol adversário. Tubo bem, desta vez o erro do juiz nos favoreceu, ele torce para o mesmo time que nós. Mas, se isso ocorreu este ano, poderá ocorrer também ano que vem, no próximo campeonato. Poderemos dar o azar de topar com um juiz que torce para o outro time. E daí será nossa vez de perder injustamente. Será, então, que devemos comemorar a sorte de ter pegado o juiz certo desta vez ou lutar para que sejam despedidos os juízes que apitam a favor do time para que torcem?

Os juízes de Brasília que não julgam com base em provas, mas sim de acordo com seu partido de preferência, são exatamente como os juízes de futebol que usam o apito para defender seus times. Ou lutamos contra eles, não aceitando suas decisões, mesmo que nos beneficiem em algum momento, ou somos obrigados a conviver com o risco de um dia encontrar um juiz que não torce para o nosso time.

(2) Dilma mentiu nas eleições e não merece continuar a governar

De fato, algumas promessas de Dilma não foram cumpridas e, além disso, ela fez coisas que tinha prometido não fazer, como o ajuste fiscal. Mas o que está em questão neste momento é se Dilma continua ou se outra pessoa assume o cargo de presidente. Retirar Dilma é colocar outra pessoa, o País não pode ficar sem presidente. Devemos escolher, de novo, entre Dilma e Temer, ou entre Dilma e novas eleições; novas eleições, diga-se de passagem, significa que vamos ter de escolher novamente entre candidatos muito parecidos com aqueles de 2014. É claro que essa decisão pode ser tomada com base no comportamento de Dilma, podemos acreditar que ela não merece um novo voto de confiança pois uma vez eleita, ela mudou, virou “outra pessoa”. Mas então devemos nos perguntar se Temer, ou Aécio, merecem um voto de confiança. Temer é vice-presidente e, portanto, também responde pelas promessas da campanha de Dilma e pelo que ela fez ou deixou de fazer depois.

Já Aécio é do PSDB, ele foi o principal oponente de Dilma nas eleições e tem dirigido a oposição desde então. Aparentemente ele não tem culpa do que o PT fez ou deixou de fazer. Mas esta impressão não passa de mera aparência. Governar um País não depende apenas de uma pessoa, a presidente, ou do time dele, os ministros, assessores, deputados, etc. Não depende apenas de quem ganha a eleição. Também depende da oposição que é formada por pessoas que fazem parte do governo mas não pertencem ao PT. A oposição tem atuado contra o governo, dificultando com que ele cumpra o que prometeu e o pressionando a fazer o que disse que não faria.

Aécio Neves tem falado em impeachment desde o ano passado. Tem insistido que Dilma não é capaz de governar o País logo que ela assumiu. Além disso, Aécio não cumpriu com o que prometeu. Assim que perdeu a eleição, ligou para Dilma e disse que trabalharia pelo Brasil. Mas ele não fez nada disso. Em sua campanha ele insistiu que seria necessário cortar gastos públicos, fazer o ajuste fiscal. E com isso conseguiu o apoio do setor financeiro pois os bancos lucram mais e correm menos risco quando a contabilidade do governo está em dia. Assim que perdeu a eleição, Aécio foi o capitão de um ataque pirata ao governo em que convenceu deputados e senadores a votarem contra o ajuste fiscal. Aécio é um mal perdedor. Ele, o PSDB, o PMDB de Temer, a mídia, o setor financeiro e algumas entidades patronais como a FIESP, mudaram o jogo assim que perderam para Dilma, criando uma situação extremamente difícil de administrar.

Uma questão que fica para pensar é se devemos trocar uma presidente que, depois de eleita, mudou para se adaptar a uma situação desfavorável, por maus perdedores que trabalharam obstinadamente para tornar o País ingovernável. Devemos confiar naqueles que, em sua sede de vingança, colocaram o povo em segundo lugar?

(3) Dilma não tem mais condições de governar o País

A dificuldade em governar foi causada por erros da própria presidenta, mas também foi causada porque a mídia, o PSDB e outros partidos de oposição e o setor financeiro (bancos) estão desde 2014 fazendo sua parte para que Dilma não consiga governar. Os jornais têm, desde o primeiro governo Dilma (2011-2014), divulgado um imenso número de notícias negativas quanto ao futuro do mercado e dos negócios. Esta visão negativa levou os empresários a apostar no pior e segurar seus investimentos. Esta é uma das principais razões do desemprego, das falências e do pessimismo.

Talvez seja mais correto sair nas ruas pedindo o impeachment de que está agindo para criar o caos no Brasil e não de quem está trabalhando para evita-lo. A mídia, o PSDB e o setor financeiro é que devem ser impedidos de complicar nossa vida. Além disso, é preciso lembrar que a presidente foi eleita com votos, enquanto que os cavaleiros do apocalipse de plantão não receberam autorização da maioria do povo para fazer o que estão fazendo.

Algumas perguntas para refletir: se Dilma não tem mais condições de governar, quem teria? É realista supor que Temer, Cunha, Aécio, os quais só têm promovido o caos, seriam capazes de governar? Gerar caos me parece ser muito mais fácil do que agir para acabar com ele. Será que o impeachment tornaria o País mais fácil de governar?

(4) Dilma não se mostrou hábil para resolver a crise política

Antes de tudo, a crise política foi provocada pela maneira inadequada e desesperada com que alguns políticos investigados pela Lava Jato lidaram com o medo de serem punidos. Esta operação de combate à corrupção é a maior de nossa história. Ela está passando a limpo um enorme número de esquemas sujos que são praticados há décadas, pelo menos desde a ditatura militar (década de 1960). Ou será que acreditamos que toda a rede de macomunagem que está sendo desvendada foi montada nos últimos 12 anos em que o PT esteve governando? Basta lembrar que figuras antológicas como Paulo Maluf, Jarder Barbalho, Fernando Collor, Eduardo Cunha, os anões do orçamento, os vampiros da saúde, entre outros vilões, estão por aí há muito tempo fazendo suas maldades.

Enfim, com medo de serem presos e punidos, os investigados pela Lava Jato passaram a agir às pressas, desfazendo alianças antigas descobertas pela justiça e criando novas alianças para se protegerem mutuamente. Essas mudanças, realizadas a toque de caixa, desestruturaram o sistema político, dificultaram o diálogo, e daí nasceu a crise política.

A presidente Dilma nunca influiu nas investigações, mesmo quando diversos de seus companheiros de partido foram presos e sentenciados. Foi dada liberdade total às instituições federais para continuar a investigar. Qual outro governo deste País prendeu membros do próprio partido? Quem é contra a corrupção deve defender aqueles que têm zelado pelo combate à corrupção. E nenhum outro governo levou isso tão a sério até agora quanto o de Lula e Dilma.

Se a oposição, por exemplo, o sr. Aécio Neves, estivesse no poder, como eles reagiriam à Lava Jato? Será que deixariam as investigações ocorrerem, sem intervir? Eu não sei. Apenas sei que, até agora, depois de diversas delações envolvendo o PSDB, ninguém deste partido foi condenado. Uma das delações afirmou que Fernando Henrique Cardoso recebeu R$100 milhões como propina. Outra que Aécio recebeu propina de R$300 mil. Será que devemos acreditar na honestidade completa do PSDB? Um partido que vendeu, na década de 90, diversas empresas estatais a preço de banana para a iniciativa privada e para outros países, episódio em que enriqueceram Serra, Cunha e muitos outros. Um partido que desviou dinheiro da merenda das escolas públicas, comprometendo a alimentação de crianças carentes. Um partido que há 25 governa o estado de São Paulo, o mais rico do Brasil, oferece à população um transporte público de péssima qualidade, que não pôde fazer nada frente à crise da água do ano passado a não ser cortar o fornecimento da periferia, que nunca gastou um centavo para criar ciclovias seguras e que tem tentado fechar escolas públicas sem consultar a comunidade.

Eu sugiro que pensemos como o PSDB, PMDB e qualquer outro partido, enfrentaria a crise política e então comparássemos o desempenho deles com o de Dilma. Comparar é sempre o melhor a fazer. Para escolher se vamos pegar o ônibus ou o trem, é uma boa saber quanto cada um demora para nos levar em casa. Em um dia de muita chuva, tanto o ônibus como o trem podem demorar muito mais, porém, se não houver uma terceira opção, é preciso escolher entre as duas, pois ninguém vai querer dormir na rua. A “enchente” política e econômica deve ser resolvida da mesma maneira. É preciso comparar Dilma com Temer ou qualquer outro que poderá se tornar presidente caso haja impeachment.

(5) O impeachment é uma boa pois nos dá mais escolha

Em 2014, o Brasil escolheu Dilma. Em 2015 o Brasil ficou confuso e começou um movimento para voltar atrás, para substituir Dilma. É algo parecido com a história de uma criança cujos pais, no aniversário dela, permitiram que ela escolhesse um dos diversos brinquedos de uma loja. A criança optou por uma das bonecas, mas havia dois outros brinquedos de que ela gostou muito. Depois de alguns meses, a criança se arrependeu e começou a fazer pirraça para devolver a boneca e poder escolher entre aqueles dois brinquedos com os quais ela sonhava. Os pais poderiam se comover e tentar realizar a troca, mesmo sabendo que a loja dificilmente aceitaria uma boneca usada. Os pais também poderiam dizer “minha filha, se não enfrentamos e refletimos sobre nossos erros, continuamos a cometê-los; se você tiver a oportunidade de fazer outra escolha sem que tenha aprendido a lição, provavelmente daqui a um mês vai querer trocar de novo”.

É claro que o problema do impeachment é muito mais complicado do que isso, mas, porém, uma coisa é fato: todos nós votamos em 2014, e sabíamos que estávamos elegendo alguém para um mandato de 4 anos. Independente do candidato escolhido, temos de assumir nossa responsabilidade pelo resultado das eleições. Isso é verdade não apenas para os eleitores de Dilma arrependidos, mas também para os eleitores de Aécio, Marina, etc. Mesmo aqueles que votaram contra Dilma são responsáveis pela vitória dela pois falharam em impedir que isso ocorresse. Seja porque não se organizaram para votar em massa no adversário mais apto a vencer Dilma, seja porque não puderam convencer seus familiares e amigos a votarem contra Dilma. É como numa partida de futebol: o time vencedor tem o mérito de ter jogado melhor e o time perdedor tem o demérito de ter deixado o adversário vencer. Isso parece justo? Não parece para alguns torcedores do time perdedor que desejam pressionar haja uma nova partida contra o time vencedor, mesmo que isso não esteja previsto no campeonato. É exatamente isso que os defensores do impeachment estão querendo.

Devemos nos perguntar qual é o caminho para tomar melhores decisões no futuro. Um caminho é tentar reverter, forçando a barra, uma decisão anterior. Outro caminho é conviver com a decisão tomada e utilizar isso para aprender sobre como decidir bem.

Convite do Sindicato dos Metalúrgicos

O Sindicato dos Metalúrgicos convida os membros da comunidade da UFABC contra o golpe para as seguintes atividades:

 

Dia 14, quinta-feira, 9h, Palestra

Palestra “O combate à corrupção e os impactos na economia” – com Luis Nassif e Gilberto Bercovich

Sindicato dos Metalúrgicos

 

Dia 15, sexta-feira, 16hs, Caminhada contra o Golpe

Concentração no Sindicato dos Metalúrgicos com caminhada até a Praça Matriz.

Agenda da semana do comitê

14 de abril, quinta-feira: a partir das 15h e até as 19h, duas grandes atividades em São Bernardo
-as 15h debate sobre o pré-sal
-as 17h atividade cultural
-as 17h30 ato promovido pela UEE e pelo Comitê

15 de abril, sexta: dia nacional de luta.
Em seu locais de trabalho, estudo e moradia, é dia de fazer atividades para protestar e convocar as pessoas para o dia 17.

17 de abril, domingo, dia nacional de vigília democrática
Todos devem ir para o Anhangabaú
Uma faixa UFABC CONTRA O GOLPE está sendo confeccionada.
Ponto de encontro da UFABC: na escadaria do Teatro Municipal, a partir das 10h00.

19 de abril, terça, 17h30, no saguão de Santo André
Plenária geral do comitê para avaliação do resultado da votação na Câmara e iniciativas decorrentes

As muitas defesas do Estado Democrático de Direito

O blog Sem Rodapé , de Alexandre Moraes, traz hoje uma lista de todos os manifestos e associações que estão contrárias ao golpe! A lista não para de crescer.

MANIFESTOS EM DEFESA DA DEMOCRACIA
A saída é pela esquerda – nota da bancada do PSOL
Abrasco e a crise política no Brasil – Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)
ADUFABC defende a democracia e a república – Associação dos Docentes da UFABC (ADUFABC-S. Sind.)
AMB e Anamatra condenam ameaças à magistratura – Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)
Anpuh em defesa do Estado Democrático de Direito – Associação Nacional de História (ANPUH)
A realidade sociopolitica brasileiro: Dificuldades e Oportunidades – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Brazilian Democracy is seriously threatened – Manifesto de intelectuais estrangeiros
Carta aberta – Professores da Área de História/UFF
Carta de Curitiba em Defesa da Democracia – Terra de Direitos: Organização de Direitos Humanos
Carta do Hip Hop à Democracia Brasileira
Carta Aberta contra o golpe e em defesa da democracia. Manifestação dos Povos e Comunidades Tradicionais do Sul do Brasil – Movimentos Sociais Populares do Sul do País
Cáritas e pastorais lançam Carta em Defesa da Democracia – Cáritas Brasileira (CNBB)
Carta Pública em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito – Professores de História de Universidades do Rio de Janeiro
CONSUN aprova Moção em Defesa da Democracia – Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
CTA-IAU se manifesta contra a violência e em defesa do Estado Democrático de Direito – Instituto de arquitetura e urbanismo (USP-São Carlos)
Cultura pela Democracia – Grupo apartidário de artistas e ativistas de Porto Alegre
Declaração de líderes internacionais em apoio a Lula
Diretoria da ADunicamp reitera defesa da institucionalidade democrática e das conquistas republicanas – Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp-S. Sind.)
Em defesa da democracia contra a erosão do Estado de Direito – Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES)
Em defesa da democracia e do Estado de Direito – Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS/SP)
Em defesa da democracia, do Estado de Direito e da liberdade de imprensa – Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ)
Escritores e Profissionais do livro pela democracia
Espíritas em Defesa da Democracia – Associação Brasileira de Pedagogia Espírita (ABPE)
FoMerco – Nota sobre a situação nacional – Fórum Universitário Mercosul (FoMerco)
Fórum 21 convoca a intelectualidade brasileira à defesa da democracia, contra o golpe
Globo Censura. Em defesa da liberdade de expressão – Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
IPDM: Nota sobre o momento político – Igreja Povo de Deus em Movimento (IPDM)
Manifesto: Cinema e Audiovisual pela Democracia
Manifesto de Médicos e Médicas pela Democracia!
Manifesto dos Pontos de Cultura do Brasil contra o Golpe e em defesa da Democracia – Cultura Viva: Cultura, Educação e Cidadania
Manifesto das defensoras e defensores públicos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito
Manifesto de Evangélicos pelo Estado de Direito – Missão na Íntegra
Manifesto da Teia dos Povos à Sociedade Brasileira – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Manifesto em favor da legalidade e da Democracia – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAUUSP)
Manifesto em favor da Legalidade e da Democracia – Professores e Professoras do Curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo
Manifesto #PeriferiasContraOGolpe – Articulação autônoma e apartidária de coletivos, movimentos e organizações sociais
Manifesto em defesa da Democracia – Associação de Docentes da USP (Adusp-S. Sind.)
Manifesto em Defesa da Democracia – Departamento de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Manifesto: Arquitetos na Rua pela Democracia! – Sindicato dos arquitetos do Estado de São Paulo (SASP)
Manifesto de Intelectuais da UFRGS pela Democracia
Manifesto pela Legalidade e pela defesa da Democracia no Brasil – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Manifestação em defesa da Justiça e Democracia – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (ANPARQ)
Moção em Defesa da Democracia e do Estado de Direito – Universidade Federal do ABC (UFABC)
Movimento LGBT unificado rechaça tentativa de golpe
Nota oficial da reitoria – Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Nota da Diretoria da ADUFF-SSind sobre a conjuntura política atual – Associação de Docentes da UFF (ADUFF SSind)
Nota Pública da Reitoria da UECE em Defesa da Democracia – Universidade Estadual do Ceará
Nota pública da UFRJ sobre a conjuntura política do Brasil – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Nota pública da ONU Mulheres sobre a situação política do Brasil – Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres).
Nota sobre a situação político-jurídica atual do país – Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU)
Nota do CFP sobre o atual momento da conjuntura política e social brasileira – Conselho Federal de Psicologia (CFP)
Nota do Primaz da IEAB sobre o momento político brasileiro – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
Nota Oficial – Associação Brasileira de Linguística
Nota Oficial – FNA – Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA)
Nota Oficial – Universidade de Pernambuco (UPE)
Nota Pública – Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES)
O IAB e o momento atual – Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)
Pela legalidade, democracia e em defesa da Constituição de 1988 – Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC)
Posicionamento do Clai-Brasil em defesa da democracia – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil
SBPC publica manifesto pelo fortalecimento da democracia – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
Sindicato conclama os docentes a ocuparem as ruas dia 18 em defesa dos princípios democráticos – Sindicato dos Docentes da UFRN – ADURN
Sociedade de Economia Política alerta para a urgência de defender o Estado de Direito – Sociedade de Economia Política (SEP)
Solidariedade à nota “Em defesa do Estado Democrático de Direito e dos Direitos e Garantias Fundamentais dos Cidadãos” – Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

INSTITUIÇÕES, ASSOCIAÇÕES, NÚCLEOS E DEMAIS ORGANIZAÇÕES QUE SE MANIFESTARAM EM DEFESA DA DEMOCRACIA

Articulação brasileira de gays – Artgay Articulação
Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras –AMNB
Articulação Nacional das Transgêneros (ANTRA)
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)
Associação Brasileira de Linguística
Associação Brasileira de Pedagogia Espírita (ABPE)
Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)
Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp-S. Sind.)
Associação de Docentes da UFF (ADUFF SSind)
Associação de Docentes da USP (Adusp-S. Sind.)
Associação dos Docentes da UFABC (ADUFABC-S. Sind.)
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)
Associação Franciscana de Defesa de Direitos e Formação Popular
Associação Nacional de empresários e Empreendedores Afrobrasileiros – ANCEABRA
Associação Nacional de História (ANPUH)
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (ANPARQ)
Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES)
Associação Religiosa de Tradição Afro-Cubana Ifanilorun
Bloco Afro Quilombo de Sergipe
Bocada Forte Hip Hop
Cáritas Brasileira (CNBB)
Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES)
Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA
Centro de Estudos e Referência da Cultura Afrobrasileira do Acre – CERNEGRO
Centro de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação, Gênero, Raça e Etnia – CEPEGRE/UEMS
Centro Nacional de Africanidades e Resistência – CENARAB
Coletivo Afrontar de Uberaba/MG
Coletivo CIATA do LPEQI
Coletivo Mocambo Cultural
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Conselho de Entidades Negras do Interios do Estado do Rio de Janeiro – CENIERJ
Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS/SP)
Conselho Federal de Psicologia (CFP)
Conselho Municipal de Igualdade Racial de Osasco
Conselho Municipal de política Étnico Racial de Curitiba
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC)
Consorcio Nacional dos Núcleos de Estudos Afrobrasileiros – CONNEABS
Cultura Viva: Cultura, Educação e Cidadania
Dandaras no Cerrado
Departamento de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAUUSP)
Federação das Religiões de Matriz Africana do Acre – FEREMAAC
Federação Juvenil Comunista de la Argentina
Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doenças Falciforme – FENAFAL
Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA)
Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ)
Federación Argentina de lesbianas, gays, bisexuales y trans (FALGBT)
Fórum de Educação e Diversidade Etnorracial do Rio Grande do Sul
Fórum Estadual Setorial de Culturas Afro-brasileiras/ PA
Fórum Paulista de Travestis e Transexuais no Combate à Transfobia (FPTT)
FÓRUM PAULISTA LGBT
Forum Sergipano dos Povos de Matriz Africanas
Fórum Universitário Mercosul (FoMerco)
Grupo de Estudos e Pesquisas em Relações Étnico-raciais, Educação e Formação de Professores. FE/UF – GREED
Grupo de Música Percussiva Gantó
Grupo de Pesquisas Religiosidades e Festas
GRUPO LAMBDA LGBT
Grupo Tortura Nunca Mais do Estado de São Paulo – GTNM/SP
Igreja Povo de Deus em Movimento (IPDM)
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU)
Instituto da Mulher Negra de Mato Grosso – IMUNE
Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)
Instituto de arquitetura e urbanismo (USP-São Carlos)
Instituto de Capoeira Cordão de Ouro – Mato Grosso do Sul
Instituto de Resistência Cultural Afro-brasileira – Moviasés Guarulhos
Instituto Ganga Zumba
Instituto Luiz Gama
Instituto Mocambo do Pará
Instituto Nangetu de Tradição Afro-Religiosa e Desenvolvimento Social/ PA
Missão na Íntegra
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Movimento pela Livre Orientação Sexual – MOVELOS (CEARÁ)
Movimentos Sociais Populares do Sul do País
NEAB/Unifesp
Núcleo da Comunidade Negra de Osasco – NUCONO
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina – NEAB/UDESC
Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de Juiz de Fora – NEAB-UFJF
Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal do Espírito Santo – NEAB/UFES
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) – Campus Sertão
Núcleo Estadual da Marcha das Mulheres Negras do Espírito Santo
Núcleo Estadual de Mulheres Negras do Espírito Santo
Núcleo Negro Unifesp Guarulhos
Opaas – Observatório das Políticas de Ações Afirmativas do Sudeste
Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres).
Pastoral Afro Achiropita
Portal Alma Preta
Professores e Professoras do Departamento de História da UFF
REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana
Rede de Juventude Alexandre Ivo
Secretaria de Combate ao Racismo da Federação Interestadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – FITMETAL
Secretaria Nacional de Igualdade Racial da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Sindicato dos Arquitetos do Estado de São Paulo (SASP)
Sindicato dos Docentes da UFRN – ADURN
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
Sociedade de Economia Política (SEP)
Terra de Direitos: Organização de Direitos Humanos
UNEAFRO-Brasil
União Nacional LGBT
Universidade Estadual do Ceará (UEC)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Universidade Federal do ABC (UFABC)
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

 

[INFORME Nº 05] Pelo direito de se manisfestar

[INFORME Nº 05]
RECEBEMOS de um docente a seguinte mensagem inbox, que reproduzimos sem citar o nome, uma vez que isto não nos foi solicitado nem permitido.

“Vocês não podem usar o nome da Instituição dessa forma. Eu faço parte da UFABC e não concordo com isso. Quem deu a vocês o direito de fazer isso? Já fizeram o tal UFABC é Dilma 13. Vocês se consideram donos da UFABC?”

Nossa resposta é a que segue:

Respeitamos o seu ponto de vista. Mas pedimos que respeite o nosso, de nos manifestarmos coletivamente contra o golpe.
Aliás, o Consuni, que é o orgão máximo da Universidade, já manifestou-se.
Os que são a favor do golpe, ou que compreendem que o impeachment não é golpe, deveriam assumir coletivamente uma posição.
Mas tentar impedir os outros de se manifestar é o cúmulo da falta de democracia.
Reiteramos que a Universidade é pública, por isso todos fazemos parte dela, com nossas diferentes posições, ainda, na democracia.

Atenciosamente,
UFABC Contra O Golpe.

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